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A notícia mais extraordinária de todos os tempos!

Ele não está mais aqui...” Marcos 16:6. A Páscoa Judaica cumpriu-se em Cristo. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo.

Ao morrer na cruz, ele varreu do altar os animais mortos. Sendo o Sumo Sacerdote perfeito, ofereceu-se a si mesmo como o sacrifício perfeito. Sendo justo, morreu pelos injustos, para justificar os que nele creem. A cruz de Cristo foi o palco mais eloquente do amor de Deus pelos pecadores e, ao mesmo tempo, a expressão mais radical de sua justiça, pois o Pai aplica em seu próprio Filho o golpe da lei que deveríamos receber. Deus lançou sobre seu Filho, na cruz, a iniquidade de todos nós. Jesus foi ferido e agradou ao Pai moê-lo.

Ele foi feito pecado por nós ao assumir nosso lugar, como nosso representante e substituto. O castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e por suas pisaduras fomos sarados. Jesus morreu em nosso lugar, em nosso favor. Sua morte foi vicária. Ele morreu a nossa morte, quitando nossa dívida e livrando-nos da condenação eterna. Mas a morte não pode detê-lo.

Ele entrou nas entranhas da morte, matou a morte, arrancando seu aguilhão. A morte foi tragada pela vitória. Jesus irrompeu da morte, ressuscitando vitoriosamente, deixando para trás seu túmulo vazio.

A ressurreição não é uma metáfora da esperança cristã, mas uma realidade histórica incontroversa. A ressurreição é um artigo de fé e, ao mesmo tempo, nossa mais vívida esperança. Jesus ressuscitou e apareceu aos seus discípulos e a mais de quinhentos irmãos de uma só vez. Ele ressuscitou e deu provas incontestáveis de sua ressurreição. Nesse fundamento inabalável construímos nossa esperança.

Porque ele ressuscitou, nossa pregação é boa nova de grande alegria. Porque ele ressuscitou, nossa fé é inabalável. Porque ele ressuscitou, temos a garantia de que aqueles que morreram em Cristo, não pereceram, mas estão na glória e que os nossos pecados estão cancelados. Porque ele ressuscitou, somos testemunhas de Deus e embaixadores em nome de Cristo entre as nações. Porque ele ressuscitou, nossa esperança não se limita apenas a esta vida.

A ressurreição de Cristo é também o berço da igreja. Porque o nosso Redentor levantou-se da morte e retornou ao céu, ele derramou o Espírito Santo sobre a igreja, e como nosso Advogado, intercede por nós, podendo salvar-nos totalmente.

Porque ele ressuscitou, ele está com seu povo todos os dias, até a consumação dos séculos. Porque ele ressuscitou, a igreja, na força do seu poder, caminha vitoriosamente. Mesmo enfrentando a perseguição e o martírio, a igreja segue caminhando.

Ninguém pode deter os seus passos. Ninguém pode calar sua voz. Ninguém pode toldar sua esperança. A igreja olha para a cruz e vê seus pecados cancelados e a cabeça da serpente esmagada. Olha para o túmulo vazio de Cristo e vê o seu triunfo sobre a morte, trazendo-nos a imortalidade. Olha para a sua presença conosco até à consumação dos séculos e enche-nos de entusiasmo para cumprir a grande comissão. Olha para a promessa de sua segunda vinda e deixa brotar de sua alma o brado: Maranata, ora vem Senhor Jesus! Somos cidadãos do céu!

Celebremos o Cristo da vida!

Pr. Hernandes Dias Lopes